sexta-feira, 1 de abril de 2011

Professor conhecia seu assassino

Do NE10

José Denílson continua foragido, enquanto Mário dos Santos foi preso nesta sexta
José Denílson continua foragido, enquanto Mário dos Santos foi preso nesta sexta
Foto: Divulgação / Polícia Civil

O homem que matou o chefe do Departamento de Eletrônica da Universidade Federal de Pernambuco, Élio Meneses Pacheco, de 47 anos, era um conhecido do docente. O limpador de piscinas Mário Pereira dos Santos, o "Gu", foi preso nesta sexta-feira (1) e afirmou que conhecia o professor e teve a ajuda de mais duas pessoas para executá-lo. José Denilson dos Santos, conhecido como "Matuto", de 19 anos, e um adolescete de 16 anos são os outros envolvidos no crime.
A delegada responsável pelo caso, Gleide Ângelo, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, conta que Mário Pereira conheceu a vítima quando o professor estava procurando uma casa com piscina no bairro da Iputinga ou do Cordeiro.
A intenção do trio era apenas roubar o carro do professor, mas eles também roubaram seu apartamento. Foi quando o trio ficou com medo ser reconhecido por Élio e decidiu matá-lo. Após a execução e de jogar o corpo em um matagal, os homens pararam em um posto, compraram gasolina e queimaram o carro, com cartões e documentos da vítima.
ENTENDA O CASO - O professor Élio Meneses Pacheco desapareceu no último dia 16 de março. O primeiro a notar o sumiço do professor foi o colega de trabalho, e também professor da UFPE, Hélio Magalhães. Ele contatou a família do docente e depois a Polícia. Alguns dias depois, o carro do professor foi encontrado, carbonizado. No dia 23, o corpo da vítima, que havia sido abandonado em um matagal, deu entrada no Instituto de Medicina Legal, mas só foi reconhecido no dia 25.

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