Menor detido por agressão na Av. Paulista pedirá habeas
A defesa do adolescente acusado de espancar três pessoas na Avenida Paulista, região central de São Paulo, no dia 14 de novembro do ano passado irá protocolar um pedido de habeas corpus ainda esta semana no Tribunal de Justiça (TJ-SP). Ele é o único menor que ainda está apreendido.
O incidente ocorreu no dia 14 de novembro, quando cinco jovens foram detidos pela polícia após serem flagrados por uma câmera agredindo outras três pessoas com socos, chutes e golpes com lâmpadas fluorescentes. Duas das vítimas alegaram à polícia que agressão aconteceu por terem sido confundidos com homossexuais, o que deu margem a suspeitas de crime com motivação de preconceito.
Segundo seu advogado, Davi Gerbara Neto, o principal argumento da apelação será de que os quatro menores acusados do crime agiram juntos. "Não faz sentido apenas meu cliente ainda estar detido", afirmou. Gerbara não deu mais detalhes sobre o caso por envolver um menor de idade.
O único menor que permanece internado na Fundação Casa é o jovem que aparece, em imagens de segurança, batendo com uma lâmpada na cabeça de uma das vítimas. Os outros três foram soltos no dia 24 de dezembro.
Conforme a assessoria de imprensa do TJ-SP, os três menores soltos foram isentos das acusações de roubo praticado na Avenida Brigadeiro Luís Antônio e de lesão corporal ocorrida antes deles irem para a Avenida Paulista.
Mas foi considerada procedente, para os quatro, a acusação de lesão corporal e tentativa de homicídio nas agressões de três pessoas. A Justiça acatou, no caso do menor que ainda está internado, a denuncia de lesão corporal ocorrida antes da violência na Paulista.
O incidente ocorreu no dia 14 de novembro, quando cinco jovens foram detidos pela polícia após serem flagrados por uma câmera agredindo outras três pessoas com socos, chutes e golpes com lâmpadas fluorescentes. Duas das vítimas alegaram à polícia que agressão aconteceu por terem sido confundidos com homossexuais, o que deu margem a suspeitas de crime com motivação de preconceito.
Segundo seu advogado, Davi Gerbara Neto, o principal argumento da apelação será de que os quatro menores acusados do crime agiram juntos. "Não faz sentido apenas meu cliente ainda estar detido", afirmou. Gerbara não deu mais detalhes sobre o caso por envolver um menor de idade.
O único menor que permanece internado na Fundação Casa é o jovem que aparece, em imagens de segurança, batendo com uma lâmpada na cabeça de uma das vítimas. Os outros três foram soltos no dia 24 de dezembro.
Conforme a assessoria de imprensa do TJ-SP, os três menores soltos foram isentos das acusações de roubo praticado na Avenida Brigadeiro Luís Antônio e de lesão corporal ocorrida antes deles irem para a Avenida Paulista.
Mas foi considerada procedente, para os quatro, a acusação de lesão corporal e tentativa de homicídio nas agressões de três pessoas. A Justiça acatou, no caso do menor que ainda está internado, a denuncia de lesão corporal ocorrida antes da violência na Paulista.
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